domingo, 22 de março de 2009

Dona Flor e seus dois maridos


Sexta maridão chegou com entradas para a estréia de Dona Flor e seus dois Maridos. Oba!

Logo ao chegar sentimos um certo "frisson" no hall, onde esperávamos abrirem as portas da platéia.

Grupos heterogêneos: casais, amigas, gays, famílias. Mas que havia um frenesi discreto , havia.

Portas abertas, começa a peça. O destaque fica, desde o começo, para o Marcelo Faria que transita pelo palco e entre a platéia com a maior desenvoltura, encarnando de fato um Vadinho malandro, sacana, infiel até que... entre um blackout e outro, aparece nú em pelo!! E com a mesma desenvoltura do começo.

"Para compor o seu Vadinho, Faria contou com uma ajuda importante: Zélia Gattai Amado, mulher de Jorge Amado, que morreu em 2008. Após uma apresentação em Salvador, o ator visitou a escritora, que deu um dica sobre o retorno do personagem depois de morrer. "Ela disse: 'Meu filho, se o Vadinho não voltar pelado, não é o Vadinho'", relembra Faria".

Ouve-se um longo OHHHH! da platéia. Está explicado aquele frisson sentido no hall...

A Carol Castro está bem mas, mesmo nua em certo momento, falta aquela sensualidade, aquele fogo que a Flor de Sonia Braga transbordava em seu morno casamento com Dr. Teodoro.

Vale bons momentos e bem divertidos!

Teatro Faap
R. Alagoas 903

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